Os números de 2012

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um excerto:

600 people reached the top of Mt. Everest in 2012. This blog got about 3.000 views in 2012. If every person who reached the top of Mt. Everest viewed this blog, it would have taken 5 years to get that many views.

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ângulo #27: O DIVINO RIDÍCULO

Como ateu que sou, não raras vezes me deparo com um curioso paradoxo: por um lado não acredito na existência de Deus, por outro a sua existência é algo que me dá jeito. Não para atender a algum pedido que faça, mas para efeitos de gozo. Sim, é herege, mas quem começou foi ele. Já a contei antes, mas partilho-a mais uma vez: a minha descrença em Deus começou quando tinha nove anos, mais precisamente quando não recebi um conjunto da Lego que eu queria mesmo ter. Esta falha cometida por esse auto-designado “todo-poderoso” – Todo-Poderoso, para mim, só o do Dragon Ball – ensinou-me tudo o que precisava saber sobre a sua omnipotência. Alguém capaz de criar o Universo não é capaz de arranjar um conjunto da Lego? Tenham dó!

Apesar de tudo isso, considero-me uma pessoa com grande abertura religiosa, no sentido em que tento gozar com todas as religiões por igual. Só não desenho Maomé porque não tenho mesmo jeito para o desenho e qualquer gatafunho que eu fizesse seria logo tomado como ofensa. Mesmo que não fosse uma imagem do profeta. Qualquer desenho feito por mim seria considerado um insulto.

Por enquadramento social costumo gozar mais com a Igreja Católica e seus sucedâneos – afinal de contas, vivemos num Estado quasi-laico – do que com outras religiões, seitas e cultos que possuem menor divulgação no nosso país. Hoje, tentarei colmatar essa lacuna troçando dos cientologistas.

A cientologia é um culto fundado nos anos 50 do século XX pelo autor de ficção científica L. Ron Hubbard. O género literário associado a Hubbard exerce uma forte influência na concepção da sua crença. Vá lá que ele gostava de ficção científica. Apesar de ser estranho receber uma hóstia do esfíncter de um E.T., nem quero imaginar como seria esta crença se Hubbard escrevesse histórias de amor para anormais, perdão paranormais.

Segundo a doutrina, há 75 milhões de anos, mais coisa menos coisa, vários planetas reuniram-se para uma patuscada. Nesse tempo, os planetas tinham uma vida social mais activa e todos os fins de rotação havia uma almoçarada na galáxia de alguém. O grande dinamizador desses eventos era o terrível Xenu, sujeito que todos diziam ter um péssimo feitio, mas que era apenas um incompreendido, e que fazia um churrasco que era uma categoria.

Há um dia em que está toda a gente a comer e a beber, tudo na boa, e vai o Xenu e diz: “Ah e tal, isto está assim um bocado para o cheio. Se calhar o melhor era dizimarmos um biliãozinho ou outro.”

E diz o Tó: “Eh pá! Isso agora vai dar uma trabalheira…”

E o Xenu: “Népias, puto! Põe-se a malta numa nave, das boas, manda-se os gajos para a Terra, que aquilo lá é zona nova ,’tá tudo arranjadinho, e atira-se com eles pra dentro de um vulcão.”

E o Tó: “Mas olha lá, ó Xenu, não ficava mais barato atirarmos com o pessoal para um vulcão dos nossos?”

E o Xenu: “Não sejas semítico, pá! És cá um agarrado ao dinheiro, que nem te conto!”

Os escolhidos são então enfiados num aero-bus que faz o percurso Saturno-Terra, só que nesse dia há greve e têm de ir em transporte alternativo, tudo encafuado uns nos outros. O que vale é que aquilo é tudo malta amiga e, mesmo que não fosse, é para abater, por isso que se lixe! Chegam à Terra e são despejados para dentro de um vulcão. Temendo que isso não seja suficiente para os matar, ainda levam com umas bombas de hidrogénio em cima. Pode parecer exagero, mas não há nada como ter a certeza.

A malta morre e os seus espíritos são recapturados e reunidos em cachos, tipo bananas ou uvas, aos quais se dá o nome de tetões. Estes tetões, segundo dizem, são os seres humanos e foi assim que nós surgimos. Parece uma história ridícula, porém faz todo o sentido; em especial na parte em que declara que alguns humanos são uns autênticos bananas. Já em relação aos tetões, é preciso esclarecer o seguinte: tetões são mamas grandes e não humanos. A associação entre tetão-humano e tetão-mamas grandes poderá dever-se a um erro técnico de tradução que se perpetuou ao longo do tempo. No entanto, não deixa de ser verdade que aquilo que muitos humanos mais querem é mamas, de preferência grandes.

Termino por aqui. Há muito mais a escrever sobre a cientologia e só não o faço porque não vale a pena. Exceptuando um detalhe ou outro, o que eu escrevi aqui não difere muito da versão oficial; o que me entristece bastante. De que vale a pena fazer pouco de algo que já é uma autêntica anedota?

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CABAZ DE NATAL

CABAZ DE NATAL.

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CABAZ DE NATAL

O Natal está quase a chegar e eu ainda tenho bastantes exemplares do meu livro “Um Cappuccino Vermelho” para vender. Eis, por isso, o meu cabaz de Natal.

Terceiro giveaway no GoodreadsAté 31 de Dezembro, dois exemplares para oferecer naquele que é o sorteio mais internacional que eu já promovi. Podem também encontrar uma versão em epub e em pdf para ler ou sacar.

E-book grátis no Smashwords Também até 31 de Dezembro (pode ser que continue), versão em pdf, epub, mobi, pdb, rtf, lrf, txt e etc. (O etc. não é nenhum um formato, calma.)

Packs promocionais – Para quem prefere a edição em papel, estou oferecer preços atractivos a quem adquirir mais do que um exemplar. O preço de venda actual é de 10€ por edição grande e 8,5€ por edição de bolso. Durante o mês de Dezembro, estarão disponíveis os seguintes pacotes promocionais: duas edições grandes a 15€, duas edições de bolso a 12€ e edição grande+edição de bolso a 13€.

É tudo por agora. Obrigado e partilhem.

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O NATAL ESTÁ À PORTA

Atenção todo o mundo! Quase todo, vá. Dentro de doze dias, vai começar o terceiro sorteio de “Um Cappuccino Vermelho”. Portugueses na Suíça, Suécia, Gronelândia, Trinidade e Tobago e talvez Antárctica, eis a vossa oportunidade!

 

Pressionai aqui.

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ângulo #26: MAIS CONCORRÊNCIA, MAIOR GAMANÇO

Uma boa parte dos portugueses (àqueles a quem perguntaram, isto é) acha que não era mal pensado haver mais operadores de transporte ferroviário a operar em Portugal. Dizem eles, os tansos, que mais concorrência reduziria o preço dos bilhetes e melhoraria a qualidade dos serviços. Exatamente o que aconteceu quando a Fertagus começou a operar: os preços ficaram mais baratos e a qualidade dos serviços melhorou que foi uma categoria. Mais coisas que também melhoraram: deixou de haver tantas greves, os administradores deixaram de meter dinheiro ao bolso e deixou de haver tanto gamanço dentro das carruagens – este passou a ser feito nas máquinas de venda automática.

Esta ideia de se mexer nos transportes só podia vir da Comissão Europeia porque os meninos lá fora têm a mania que se uma coisa funciona bem em toda a parte, também funcionará bem em Portugal. Nota-se. Na prática, o que esta medida faria seria apenas multiplicar os problemas que já existem pelo número de operadores que fossem aprovados. Assim como há concertação de preços entre as gasolineiras, passaria a haver também concertação de rotas. Cada operador teria os seus percursos e quem não quisesse pagar o preço justo iria a pé.

Mas desde quando é que alguém que nunca pôs o cu num banco de transporte público tem moral para vir para aqui cagar larachas sobre essa matéria? Peço desculpa pela linguagem (e rocomendo um Imodium para quem estiver mesmo a cagar larachas), mas é assim que as coisas são. Pessoas com transporte próprio, pago por nós, recomendam que a canalha ande de transporte público. Deve ser para ficarem com a estrada desimpedida de modo a chegar mais cedo ao trabalho para que possam estar mais tempo sem fazer nada.

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O ENCONTRO CASUAL

Queridos fãs, detestáveis sabotadores, pessoas em geral, hoje escrevi um livro. Demorei quase quinze minutos, por isso temos obra ******. Cada um usará o adjectivo que achar melhor (o número de asteriscos não é representativo do número de caracteres).

Aqui fica a obra na íntegra:

O ENCONTRO CASUAL

Joel G. Gomes

NaNoWriMo 2012

(CHEATER’S ATTEMPT)

Dia 8 de Novembro de 2012, manhã enublada. No dia seguinte estaria sol, mas naquele dia estava um nevoeiro que não deixava ver nada de jeito.
Frederico Duarte Pereira, que nunca assinava só com as iniciais, saiu de casa sem os óculos. Frederico era vesgo – era esse o termo científico – e não via nada sem os óculos, mas era também teimoso que nem cornos e quando alguém insistia para que ele fizesse alguma coisa – como não se esquecer de levar os óculos – ele fazia exactamente o oposto.
Portanto, dia 8 de Novembro de 2012, manhã de nevoeiro cerrado e o menino – menino, salvo seja que já era homem feito apesar da teimosia – Frederico, vesgo que nem uma porta, a sair de casa sem óculos. Notem que ele não era completamente cego sem as suas cangalhas de estimação, só que se para quem via bem já era complicado ver alguma coisa naquele tempo, para ele então nem se fala.
Frederico era controlador aéreo e conservava, orgulhoso, o maior record de sempre de acidentes de aviação causados por falha humana. Todos os acidentes, segundo ele dizia, haviam ocorrido em dias em que ele se esquecera dos óculos em casa.
Parou no cruzamento e olhou para os lados: não via ninguém. O que não queria dizer forçosamente que não havia carros a aproximarem-se, ele é que não deu por eles. Atravessou a estrada, provocando um acidente em cadeia.
Continuou o seu caminho como se nada tivesse acontecido. A certa altura olhou para cima e reparou – muito dificilmente este será o termo mais adequado, mas vamos usá-lo na mesma – que numa varanda do primeiro andar estava a sua ex-namorada, Vanda. Ela parecia estar a ler uma revista, o que lhe dava espaço de manobra suficiente para prosseguir sem ser visto. Se ele quisesse. O que ele não queria. Resolveu chamar por ela.
“Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei! Sou eu! O Fred! Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Irra! que a gaja tá surda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, tu aí! Não finjas que não me ouves! ‘Tou aqui em baixo, porra! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Sou eu, filha, já não te lembras? Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, tu aí! Não finjas que não me ouves! ‘Tou aqui em baixo, porra! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Ó sua grande vaca! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, tu aí! Não finjas que não me ouves! ‘Tou aqui em baixo, porra! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, tu aí! Não finjas que não me ouves! ‘Tou aqui em baixo, porra! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, tu aí! Não finjas que não me ouves! ‘Tou aqui em baixo, porra! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, tu aí! Não finjas que não me ouves! Já disse que ’tou aqui em baixo, porra! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, tu aí! Não finjas que não me ouves! Puta! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Desculpa, Vandinha! Não queria dizer isso. Vanda? Vanda? ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! 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Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! 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Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! 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Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! 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Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! 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Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! 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Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! 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Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! 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Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! 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Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! 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Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! 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Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Ó estúpida! Assim se calhar já ouves! Não? Continuas sem ouvir? És mesmo uma granda besta! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Eras uma merda na cama, sabias? Fingi sempre. Aposto que não querias ouvir isto! É para que saibas! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! Era só a brincar! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! 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Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! 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Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! 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Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! 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Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! 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Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! 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Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! 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Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! 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Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! 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Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! 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Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! 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Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! 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Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! 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Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! 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Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! Vanda! Ó Vanda! Vanda! Eh pá, Vanda! ‘Tás-me a ouvir? Vanda! Ei, Vanda! Eh pá, Vanda! Vandinha! Oi! Não me ouves? Eh pá, ó Vanda! Vanda! 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Nesse momento, Vanda pousou a revista e respondeu com voz de homem: “Mas ´tás a chamar Vanda a quem, ó palhaço? Vê lá mas é se queres que eu vá aí abaixo e te parta a boca toda!”
Frederico pôs o rabinho entre as pernas e seguiu viagem. No dia seguinte as condições de visibilidade permitir-lhe-iam perceber que a pessoa naquela varanda não era Vanda e sim um tipo do heavy-metal. Infelizmente, esse tipo iria falecer durante a noite, portanto a ideia não serve de muito. Mas é um pensamento positivo. Querem melhor maneira de acabar uma história?

FIM

Em breve, numa livraria longe de si.

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ângulo #25: O FIM DA COMIDA DE PLÁSTICO

Toda a gente sabe— Pronto, “toda a gente” é capaz de ser exagero. Alguma gente, vá. Quer dizer, se calhar “alguma” também é capaz de ser demais. Já sei!

É possível que haja quem saiba que eu não sou a pessoa com os hábitos alimentares mais saudáveis. Devia ser, mas o que faz bem é tão caro que é incomportável; além disso, não enche da mesma maneira. Ainda assim, foi com grande alívio que soube da notícia de que a Disney vai acabar com os anúncios à comida de plástico.

Trata-se de um primeiro passo, importante sem dúvida, que só surtirá efeito se for continuado. Acabar com a promoção desse tipo de produtos é crucial – diria até que só peca por tardio – para combater esses malefícios alimentares. Todavia, será uma iniciativa condenada à partida se não for levada até ao fim.

Felizmente para a minha saúde, infelizmente para a minha gula, eu não posso comer comida de plástico porque já não possuo dentição. Anos de infância sem vigilância, a comer cubos de Lego como se fossem caldos de carne ou pinypons como se fossem croquetes deram-me cabo dos dentes. De vez em quando vou a uma loja de brinquedos, compro um boneco (digo que é para a sobrinha), ponho na misturadora com um pouco de água e meio quilo de açúcar mascavado e bebo. Só que não sabe ao mesmo.

Enfim, os excessos da juventude são pagos na idade adulta, como se costuma dizer. Para mim, já não há volta a dar; para outros pode bem ser a última oportunidade antes que seja tarde demais.

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off-date #10: MAIS TELEVISÃO, MENOS VIDA

De acordo com um estudo da Universidade de Queensland, na Austrália, publicado há já algum tempo, concluiu-se que uma hora em frente à televisão equivale a menos 22 minutos de vida. A minha análise a esta conclusão, embora se aparente tardia, não vem desprovida de pertinência como depressa irão verificar.

O estudo afirma que ver televisão é tão perigoso para a saúde como não fazer exercício, o tabaco e a obesidade. Outra coisa que também é perigosa para a saúde: a morte. A morte, ninguém fala disto, dá cabo da saúde de qualquer um. É uma matéria que, mais uma vez, ficou por apurar. Concentremo-nos, por isso, naquilo que foram as conclusões deste estudo.

Para começar, é errado que uma hora em frente à televisão nos roube apenas 22 minutos de vida. A avaliar pela qualidade dos programas que passam nos canais portugueses, o tempo de vida que nos é roubado equivale à duração total do programa, mais publicidade, mais as horas que passamos a tentar esquecer aquilo que acabámos de ver. Essa é a primeira.

A outra contradição encontrada na conclusão deste estudo, que pretende ser científico, viola, precisamente, todo e qualquer rigor científico ao especificar que a pessoa que veja uma hora de televisão terá menos 22 minutos de vida. Como é que sabem isso? Recorrendo à Astrologia?

O telespectador vai morrer 22 minutos antes do tempo. Quem é que pode dizer quando é suposto alguém morrer? Suponhamos que o destino de alguém é morrer num acidente de viação às 7h23. Mas nesse dia sentiu-se mal e ficou em casa a ver televisão. Na prática, essa pessoa não vai morrer 22 minutos antes do tempo, vai morrer algumas horas depois do que suposto.

E a relação ver televisão-menos tempo de vida, apesar de correcta do ponto de vista simbólico, tem outra lacuna. Há pessoas que nunca viram televisão e que morrem quando têm de morrer, seja poucos minutos depois de nascer, seja aos 110 anos.

Que ver televisão durante longos períodos de tempo aumente o risco de ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais, é uma coisa. (Aliás, se acender a sua televisão neste momento num qualquer canal generalista e ver alguns minutos do programa que estiver a passar, é fácil dizer que muito AVC já aconteceu naquelas cabecinhas.) Outra, completamente diferente, é dizer que ver televisão nos rouba tempo de vida no futuro. Errado. O que rouba é o presente e esse ninguém o devolve.

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CURTAS DO DIA (29 de Outubro de 2012)

LUCROS DA GALP AUMENTAM 57%
Nos primeiros nove meses deste ano a Galp apresentou um resultado de 277 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 57% em relação ao mesmo período de 2011. Representantes da companhia já manifestaram a sua preocupação por estes resultados negativos, avançando com aumentos substanciais já a partir de assim que for possível.

QUERIDO, MUDEI A ESCOLA
A Escola Secundária Luís de Camões, em Lisboa, e a Alexandre Herculano, no Porto, continuam à espera de serem requalificadas. A falta de verbas e a burocracia levaram a que ambos os conselhos directivos tomassem a opção de chamar a equipa do “Querido, Mudei a Casa” para proceder aos melhoramentos necessários.

DESISTÊNCIA ÉTICA
A Ordem dos Médicos decidiu retirar o processo que tinha interposto aos médicos do Conselho de Ética para as Ciências da Vida, por achar que já não faz sentido. E tem razão. Afinal, já passaram quase duas semanas. O antigo bastonário aponta o dedo ao Conselho Executivo da Ordem dos Médicos, dizendo que a intenção deles era apenas de caluniar os médicos do CNECV.

Miguel Oliveira da Silva, presidente do CNECV diz que tudo isto lhe dá vontade de rir. E a nós também. Que há para não rir nisto? No caso de Miguel Oliveira da Silva, a parte cómica vem da ausência de fundamento dos argumentos apresentadas pela Ordem dos Médicos para a retirada do processo. Ou seja, ele ri-se porque havia razões para manter o processo e eles não o mantiveram. Se isto não é cómico, não sei o que é o humor.

«Não é altura de fraquejar», DIZ MIGUEL RELVAS
Faltam vinte meses para terminar o programa de ajustamento e o ministro Relvas reitera a necessidade que o país tem de «terminar a tarefa que iniciou», só não afirma qual. O que lança várias possibilidades: Redução da despesa pública? Diminuição da taxa de desemprego? Aumento da competitividade? Combate à exclusão social? Combate à precariedade? Aumento das exportações? Aposta nas novas tecnologias? Reforma do sistema educativo? Tudo isto, e muito mais, são tarefas iniciadas. Qual delas é para terminar? A avaliar pelo desempenho, creio que nenhuma.

DE LISBOA A PEDAIS PARA HOMENAGEAR O INFANTE
Durante seis meses, Eric Feng pedalou dezoito mil quilómetros, da China até Portugal. Quando estava quase a chegar ao fim, em Sines, fanaram-lhe a bicicleta. (Tendo em conta que veio da China, pode-se considerar que Sines é praticamente ao lado de Lisboa.) Consta que isso terá acontecido porque Eric foi para as instalações da refinaria da Galp e declarou que «andar de bicicleta é saudável e custa menos dinheiro».

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