PSICOAPATIA

O ENREDO
Henrique é um perigoso sociopata que foge do hospital psiquiátrico onde se encontra a cumprir pena por crime de homicídio. Em pouco tempo, Henrique consegue chegar à cidade mais próxima e adicionar mais uma vítima à sua lista.

Alheio a tudo isto, numa aldeia a vários quilómetros, vive Fernando, um homem pacato e sempre prestável. Fernando é o homem mais novo da sua aldeia e isso faz dele uma pessoa muito solicitada para desempenhar certos esforços. Cansado de não ter um momento para si,  decide tirar uns dias de férias. Infelizmente para ele, a sua semelhança com o Henrique é assombrosa e a polícia acaba por prendê-lo numa Operação Stop.

Enquanto isso, Henrique chega à aldeia onde Fernando vive e, vendo a forma como é tratado, decide assumir a vida do seu sósia. Quando o engano é finalmente desfeito, começa a verdadeira confusão.

A BASE
A ideia não é nova – duas pessoas idênticas, com personalidades diferentes, trocam de identidade – mas pensei que era capaz de conseguir algo interessante. Inspirei-me um pouco, ainda que possa não ser muito óbvio, nos irmãos Cohen. O seu humor sarcástico e negro foi uma grande ajuda para a escrita desta história. Juntei a isto algum suspense, sexo e violência. Um filme para a família, portanto. (Desde que esta seja disfuncional.)

Ultimamente tenho andado a considerar expandir esta história para uma longa-metragem, mas esse projecto, antes de sair da gaveta, tem de ir para lá primeiro.

PSICOAPATIA – Versão Final em actualização. Será colocada aqui brevemente.

E não se esqueça. Se gostou deste artigo, partilhe-o e/ou deixe o seu comentário. Será bem vindo.

E se for produtor ou realizador e estiver (nem que seja vagamente) interessado nesta proposta, contacte-me.

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Sobre Joel G. Gomes

Escritor, guionista e cronista. Autor dos romances "Um Cappuccino Vermelho" e "A Imagem". Autor do livro 'Um Cappuccino Vermelho'. Guionista das curtas-metragens 'O Atraso' (realizada por David Rebordão) e 'A Chamada' (realizada por Vasco Rosa). Cronista regular nos jornais O Rio, Jornal do Barreiro, O Primeiro de Janeiro, Jornal da Bairrada e, menos regularmente, nos jornais Voz da Póvoa e Jornal do Alto Alentejo.
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