O ATRASO

O ENREDO
Santos é o típico empregado de escritório, um tipo que vive na esperança de que a sorte um dia lhe bata à porta. Num dia como qualquer outro, Santos chega atrasado ao trabalho e Ramos, o seu patrão, faz-lhe um derradeiro ultimato. Caso chegue atrasado mais uma vez…

No dia seguinte, Santos faz os possíveis e os impossíveis para chegar a horas, mas algumas circunstâncias bizarras vão tentar impedi-lo de atingir o seu objectivo.

A BASE
O ATRASO
foi uma segunda experiência, tanto para mim, como para o David Rebordão. Para ele porque foi a segunda curta-metragem que realizou (depois de “O HOMEM DO SÉCULO XXI”; para mim porque foi a segunda que escrevi (a primeira que escrevi como guionista profissional).

É provável que O ATRASO tenha sido o primeiro filme português a ter uma cena de ficção científica em animação 2D. E isso deixa-me orgulhoso. Estamos a falar dum filme que não levou subsídios nem nada disso. Um filme feito à custa de muito suor e sacrifício.

Tivemos a honra de trabalhar com dois senhores da representação. Um, o já ido Canto e Castro, com o seu espírito de jovem eterno sempre pronto a novas aventuras a criar um bom ambiente. (Foi-se o homem, ficou a obra.) O outro, bem mais jovem, mas não menos louco: Tiago Castro (conhecido pelos mais novos como o ‘Crómio).

E para os mais geeks, existe uma relação entre O ATRASO e o meu primeiro livro, Um Cappuccino Vermelho. Podem descobrir o quê da forma correcta, isto é, vendo o filme e lendo o livro. Ou podem fazer batota e descobrir aqui.

O ATRASO [CM] (Versão Final)

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Sobre Joel G. Gomes

Escritor, guionista e cronista. Autor dos romances "Um Cappuccino Vermelho" e "A Imagem". Autor do livro 'Um Cappuccino Vermelho'. Guionista das curtas-metragens 'O Atraso' (realizada por David Rebordão) e 'A Chamada' (realizada por Vasco Rosa). Cronista regular nos jornais O Rio, Jornal do Barreiro, O Primeiro de Janeiro, Jornal da Bairrada e, menos regularmente, nos jornais Voz da Póvoa e Jornal do Alto Alentejo.
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Uma resposta a O ATRASO

  1. Pingback: Workshop de Realização de David Rebordão | ângulo obtuso

Muito obrigado pelo seu comentário. Note que esta é uma mensagem automática, por isso estou a agradecer um pouco às cegas. Quero acreditar que o bom gosto que o/a trouxe aqui se estende à qualidade do seu discurso.

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